sexta-feira, 3 de maio de 2019

Sobre a verdadeira paixão


"Viajar é a verdadeira grande paixão da minha vida.
Sempre senti, desde que tinha 16 anos e fui à Rússia pela primeira vez com o dinheiro que juntei cuidando de crianças, que viajar compensa qualquer custo ou sacrifício.
Sou leal e constante em meu amor pelas viagens, de um modo como nem sempre fui leal e constante em relação às minhas outras paixões. Tenho pelas viagens o mesmo sentimento que uma feliz nova mamãe tem por seu recém-nascido barulhento, irrequieto e cheio de cólicas - simplesmente não ligo para o que elas me fazem suportar. Porque eu as adoro.
Porque elas são minhas. Porque são exatamente a minha cara. Elas podem golfar em cima de mim se quiserem - eu simplesmente não ligo."

Do livro "Comer, Rezar, Amar", Elizabeth Gilbert.


Sobre a ambição que nunca se teve


"Posso estar errado, mas acho que Freddie nunca teve a ambição de ser o rock star mais famoso, nem o maior ou melhor em comparação com qualquer coisa ou pessoa. Ele jamais estabeleceu ambições específicas; suas ambições eram de terminar o próximo projeto, o que quer que estivesse determinado a fazer, fosse um álbum, um vídeo ou uma turnê. Talvez Freddie nunca tenha estabelecido uma grande ambição pois nunca desejaria ter a decepção de não tê-la alcançado."

Do livro "Freddie Mercury: memórias do homem que o conhecia melhor", Peter Freestone.


segunda-feira, 25 de março de 2019

Sobre 3.0 e o que vier por aí



Já se foram 30 anos e a gente nunca sabe quanto tempo ainda vem por aí. Felizmente não foram 30 anos de existência: foram 30 anos de vida, de intensidade.

Brinquei de potencializar. Brinquei de amar (e de nem sempre ser amada). Brinquei de chorar, de sorrir, de desistir e de lutar. Brinquei de aluna, turista, leitora e fã de rock n'roll. Brinquei de filha, de irmã, de amiga, de namorada e de não estar nem aí.
Eu brinquei, ponto.

E a cada brincadeira eu era menos criança. A cada brincadeira eu caía e levantava com mais força. Quanto maior o tombo e mais fundo o corte, maior era a vontade de ir pra cima, de bater de frente, de provocar.

Eu nunca aprendi a ser delicada, nunca aprendi a ser sincera sempre, nunca aprendi que sarcasmo é arma de defesa. E sem saber de nada disso construí o meu mundo, delimitei meus espaços, conquistei as minhas vitórias.

Agora, como a cada ano que se completa, é hora da reconquista, hora de começar tudo de novo... Mais uma vez, mas não a última.

Por Tatiane, a aniversariante da semana passada.


sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Sobre a carta que nunca foi enviada


Final de tarde preguiçoso, sou movida por um desejo enorme de mexer nos velhos livros. Encontro um texto ao qual tive acesso há quase uma década atrás, durante os primeiros semestres da graduação, e que guardei porque me fez lembrar de você instantaneamente (apesar de todos os anos sem vê-lo já naqueles dias).

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018